sábado, 4 de junho de 2011

Movendo a máquina.










     
    
     O poder da religião é estarrecedor. Defino a religião como uma grande empresa repleta de fetiches e de caprichosa organização; embasada numa forte ideologia que segue devidos fins em busca do propósito comum que se atrela ao lucro e poder.

    A religião que é uma empresa de assistência que funciona como uma imensa peça de quebra cabeça, prestes a satisfazer os anseios e dúvidas de pessoas que são influenciadas pela tradição. Para esta  empresa seguir seus conceitos com sucesso precisa de máquinas, engrenagens, funcionários adestrados, gerenciamento qualificado, uma ideologia que mova o espírito de todos e muito investimento feitos por acionistas.

     Para chegarmos a uma definição óbvia precisamos entender a força desse sistema, e para isso vamos recorrer na fonte, para termos uma explicação exata. Qual o significado da palavra sistema? De acordo com o dicionário Aurélio, significa dentre muitos resultados, “Disposição das partes ou dos elementos de um todo, coordenados entre si, e que formam estrutura organizada”. Logo, sabemos que tais conceitos se completam muito bem com toda religião que representa esta grande máquina.

     Os elementos que se aglomeram a esta grande empresa foram citados, vejamos quais: Maquinários, engrenagens, funcionários adestrados, gerenciamento eficaz, uma ideologia e investimento maciço. Os imensos maquinários associados com engrenagens são os meios pelos quais o sucesso é alcançado, ou seja, são pessoas dotadas de talentos especiais representando tais máquinas, tendo em mãos o poder atrativo para reunir pessoas num mesmo lugar resultando em somas avultadas de lucro, ou seja, são cantores, pregadores, etc., se alimentando da energia que é o palco, o combustível do sistema. Os funcionários encarregam-se de associarem-se uns com os outros, sendo que todos estão mergulhados neste sofisma, recebendo o produto fabricado por tais máquinas, todos mergulhados nesta forte ideologia que movimenta toda indústria. Já os gerentes estão encarregados de supervisionar tais funcionários e o maquinário desta empresa da fé; estes gerentes representam a hierarquia do sistema religioso; destes sai-se bajuladores e líderes de instituições religiosas, que se firmam numa visão e interesse de um grande líder que é o referencial, a mente do sistema. Todos procuram se espelhar neste líder, o responsável e mediador entre um deus e a terra. Tais líderes, o sumo empresário, pode ser um pontífice, sumo pastor, semideus, bispo das almas, pastor presidente, profeta, apóstolo, pai apóstolos, etc., estes que estão inseridos na gerência são responsáveis por observar todos os funcionários para não haver desvio de conduta ocasionando grandes prejuízos ao líder supremo, a mente do sistema, o cabeça deste corpo; são conhecidos como profetas, sonhadores, prognosticadores, santos médios e videntes, reveladores e até voz de Deus. Tais empresários que são as mentes desse sistema, sempre estão à procura de ótimos investimentos para montar estas empresas da fé e fomentar quantidades exorbitantes de lucros, porque são ótimos empreendedores. Associam-se e recebem investimento de políticos, para eles ótimos amigos porque adiantam fundos e documentações, e também acionistas, que são pessoas de discernimento de mercado; estes contribuem com a quota de 10% recebendo investimentos e passes espirituais para progredir em seus negócios; geralmente tais acionistas são granjeados pela quantidade de investimento, sendo que quanto mais for a quota, mais afamado será, podendo até herdar uma cadeira no Reino.

     Assim a máquina vai funcionando: tirando e matando; alimentando sonhos, currículos, nutrindo ideais e esperanças. Crescendo na fama e reconhecimento diante dos homens e não em Deus. Formando egoístas, mercantilistas e negociadores de produtos sacros; tirando de muitos para dar a poucos; levantando prosélitos para torná-los mil vezes filhos do inferno. Sugando, chupando a seiva da motivação e os valores dos seres humanos; tornando pessoas sem vida, sem humanidade; criando mortos sem alma, sem espírito; ressuscitando do inferno Zumbis e vampiros, prestes a devorar mais alguém, que assim seja amém!


Shalom, Rafael Lima


sábado, 28 de maio de 2011

Pressão satânica.

        









          Olá, graça e paz. Em razão da obscuridade e da pressão satânica sobre cristãos genuínos, quero dar continuidade ao tema que abordei: A proteção da mente. Estamos vivendo tempos difíceis e no meio de grandes pressões ideológicas infernais, e se não acatarmos os ensinamentos de Cristo, buscando conhecê-lo a cada dia, seremos sucumbidos pela maré de conceitos e valores que parecem singelos, mas são satânicos. Precisei ler alguns assuntos para trazer esta complicada exposição. Na temática passada abordei o contexto histórico de toda manifestação. Hoje, quero concentrar nos detalhes que isolam e apontam o legalismo, catolicismo e espiritismo em todas as religiões, sendo na maior parte concentrada no movimento evangeliquês. Sinto-me responsável por grandiosa informação, e vejo pessoas cegas e apáticas aos problemas que rondam, sendo perniciosos ao evangelho de Cristo. Sou encarregado de orientá-los.

          Quando Cristo foi tentado pelo diabo, foi vitorioso porque sua vida estava embasada nesta frase: “Seja feita a tua vontade”. Quando esta frase se inverte, o reflexo desta catástrofe é diverso, e o principal é a ausência de Cristo. Aprendemos nos tópicos anteriores que quando Cristo está ausente, procuramos preencher esta ausência com diversos fatores, inclusive a religião. Atrelado a religião está o legalismo, teologia medieval e os conceitos espíritas, simples assim. Eis a razão de tanta barganha espiritual, e não é de se impressionar em vermos líderes evangélicos que adoram a Satanás. Toda conseqüência está centrada no antropocentrismo, sendo a minha vontade primordial em vez da vontade de Cristo.

          Comentei a origem do misticismo, mas foi preciso analisar os fatos biográficos do maior satanista de todos os tempos, o conhecido Aleister Crowley; especializado em misticismo e tantas outras coisas, além de ser criador de vários símbolos satânicos. Foi o principal criador da magia branca e também magia negra. A magia branca se atrela sigilosamente a teologia espírita gospel, pois a magia branca é conhecida como magia do bem. Aleister Crowley divulgou teorias antropocentristas, o seja feita a minha vontade, comparando o homem e a mulher como estrelas. Seus conceitos foram tão influenciadores que contaminaram e ainda contaminam pessoas e religiões, inclusive a evangélica; quem não conhece a história da subida do palco. Grandes músicos, políticos e intelectuais acataram os conceitos de Aleiste Crowley como referencial. Em relação aos conceitos espíritas vemos que nada escapa a realidade; há cultos e reuniões místicas onde a ênfase recai no êxtase espiritual, o sentir. Se compararmos os cultos e reuniões afros, constataremos tais influências; um verdadeiro sincretismo religioso. O Espírito Santo não se dissocia da Palavra que é Cristo. Já que a ênfase está no êxtase, então vale tomar o chá que é distribuído na religião conhecida como Santo Dai.

          Porque não comentar sobre o legalismo que fortalece a tradição. As igrejas da galácia estavam voltando ao legalismo judaico e por isso foram severamente orientadas por Paulo. A lei se distancia de Deus, já a graça nos aproxima reconhecendo-nos como filhos. A lei se expressa no Antigo testamento, enquanto a graça no novo. A lei não serve como fonte doutrinária para os dias atuais, mas os ensinos de Cristo são mais que válidos. A lei exige obediência; a graça gera obediência. A lei exige o amor; a graça gera este amor.

            A teologia medieval está mais fortalecida do que antes, só que de uma forma sutil. Toda mistificação vem atrelada e enraizada nas colunas da religião; há uma crise de confiança. A tradição sempre foi fortalecida e Cristo sempre as desmanchou sem nenhuma compaixão. Quem não já viu tais expressões: “zelosos pela vossa tradição”. A religião se estrutura em rituais, conceitos, tradição, não significando nada para Deus; e para nos livrarmos de toda esta panacéia precisamos ser livres, e esta liberdade está em Cristo. Talvez você me interrogue: - A religião traz enormes benefícios para a sociedade. Respondo em seguida: - exatamente. Mas esta água não consegue penetrar a pedra.
          
          Concluo esta publicação exortando-os a todos que por curiosidade e interesse leram esta temática, que abram os vossos olhos antes que seja tarde demais. Agradeço desde já as pessoas que acessam este blog nos EUA, Canadá, Alemanha, etc. Não as conheço mais peço que o Pai celestial os proteja, amém.

Graça,
Rafael Lima.

sábado, 21 de maio de 2011

A proteção da mente.

           











         Nesta temática, abordarei diversos fatores que englobam a mistificação do evangelho dividida em duas publicações bem detalhadas. Tais problemas são perniciosos, e ainda circundam a mente de muitos desde os primórdios da influência da teologia católica medieval. Estas características se evidenciam em comportamentos que estão ligados ao legalismo mosaico, espiritismo e catolicismo. Por isso, precisamos mergulhar de corpo e alma nos ensinamentos bíblicos cristocêntricos para nos livrar de toda espécie de males que tentam dominar as nossas mentes, e que já dominaram as lideranças das instituições religiosas evangélicas.

            Quero abrir este parágrafo abordando o contexto histórico bíblico do misticismo que está presente nas instituições religiosas dos dias atuais; tudo tem uma origem e explicação. Se olharmos e regressarmos aos tempos passados, veremos a origem de todo problema místico no Jardim do Éden, como se fosse uma bactéria que com o decorrer do tempo vai se fortalecendo. Vemos, claramente, o distanciamento do homem em relação a Deus, o Pai supremo de todas as coisas. Os conceitos antropocentristas ganham força com a atitude perniciosa de Caim. Logo depois, o homem procura associa-se uns com os outros em comunidade; nascem às nações, em seguida os grandes impérios. Tais impérios adotaram a cultura religiosa politeísta em controvérsia com a cultura monoteísta judaica. Toda mazela espiritual foi se multiplicando como um vírus frenético, passando e se agregando de império a império, até se fundir em um único ponto, chamado império romano. Tal império condensou aspectos de todas as culturas num único lugar. Neste tempo a igreja de Cristo como um corpo espiritual, dissociada de um composto religioso identificável e visível aos olhos humanos, toma forma embasada nos ensinamentos de Cristo, a Pedra angular.

         A partir do ano 100 d.c, multiplicaram-se diversas formas de perseguições internas e externas. A multiplicação de conceitos errôneos e a fúria desenfreada do império romano, ver surgir logo após a morte dos apóstolos, as colunas doutrinárias, homens denominados de apologistas e polemistas; estes consolidaram métodos para defender a igreja de tais ataques. O cristianismo estava perdendo sua característica primordial, a simplicidade, para torna-se numa organização visível, ou seja, numa religião; sabemos que o nascimento de uma religião vem em conseqüência da ausência de Cristo.

           Não podendo conter o crescimento do cristianismo, o império romano, com a chegada do imperador Constantino, concede liberdade de culto aos cristãos, associando-se a igreja. A partir de então o cristianismo é a religião oficial do império; começando deste ponto todo lixo teológico. Aprendemos que o império romano foi uma síntese de toda cultura pagã; vejam o estrago quando este se associa de uma forma pacífica a igreja que neste tempo já era uma religião. O legalismo, espiritismo e tantas outras coisas que vemos a exceção de judaísmo, originaram-se do paganismo.  Traços da cultura grega, egípcia e babilônica estavam presentes dentro do império romano.

         Com a falência política do império romano, a denominada igreja católica se encarrega de reerguer o império numa grande corporação religiosa dominante; inicia-se a idade média, o período das trevas. Com tanta corrupção dos clérigos e escravização da massa que na maioria eram leigos, levantam-se um dos reformistas, Martinho Lutero, além de também levantar outros, a exemplo de João Calvino. Homens livres e pensadores que experimentaram as grandezas da graça; romperam com o sistema católico, mas o espírito religioso não foi erradicado, continuou. Destes reformistas brotaram missionários, líderes, pastores, com uma ótima visão, mas caracterizados pela religião.  Neste grupo, levantou-se o teólogo Jacó Armínio, um aluno de João Calvino, que influenciou John Wesley, herdeiro do pentecostalismo, ensinos carismáticos e de toda desordem que vemos nos dias atuais em instituições que se dizem pentecostais. Eram pessoas de princípios cristãos, mas contaminados pela influência esmagadora da religião. Daí surgiu às instituições que hoje presenciamos, e o que nos preocupa é o fato de que os conceitos místicos, herdados pelo catolicismo foram repassados. As reuniões evangélicas são reflexos do espiritismo, legalismo e catolicismo. O espiritismo presente nestas instituições enfatiza o sentir em vez do refletir; a possessão em vez da inspiração. Pregam e retrocedem ao antigo testamento buscando meios de reconciliação com Cristo através de regras. A tradição é fortalecida; por isso que vemos ainda, muito presente, a hierarquia governamental; para combatê-los precisamos mergulhar a nossa mente nas escrituras.

         O apostolo São Paulo afirmou: “... apresenteis os vossos corpos por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional”. A nossa mente e o nosso pensar é o reflexo daquilo que absorvemos, por isso devemos nos apegar ao que é bom e agradável para fluir coisas boas de nosso coração. O bom e agradável é Cristo; se voltarmos a Cristo, todos os aspectos da religião serão varridos de nossa memória.



Shalom, Rafael lima.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A liberdade cristã.

 
       


    


     
     “Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais de novo a jugo da escravidão”. (São Paulo). O cristianismo nos isenta de todo fardo, porque a liberdade está em Cristo. O movimento evangélico acatou o gnosticismo com rituais de ascetismo; eis a questão de haver tantas proibições e regras, que são mais bizarras que outras. Os líderes preocupam-se mais em punir do que direcionar o povo a pensar. Toda religião, seja ela cristã ou pagã, procura encarcerar o povo; eis a questão de tanta miserabilidade espiritual (intelectual).

     A pior miséria é a alienação mental. Cristo nos libertou de toda espécie de regras; os que procuram ser livres em Cristo repudiam com eficácia o movimento religioso e as instituições que o representa. Como diz a frase do poeta e escritor Castro Alves, “a praça é do povo como o céu é do Condor”. Ser livre é ter a mente de Cristo, desprendida de concepções errôneas e meramente humanas; ser livre é ter a capacidade para escolher crer ou não crer em Deus; e crer em Cristo é começar do zero, uma volta detalhada ao início de tudo.   

     A religião se coloca no caminho, achando que pode colocar o homem no céu com pretextos e rituais. O cristianismo nos torna leves como penas. Não precisamos de muita coisa, a não ser decidir seguir a Jesus. Cristo afirmou: “Tomai sobre vós o meu jugo...”. O jugo de Cristo é a conseqüência desta liberdade recebida por Ele; tudo é pela graça. Ser livre é não precisar de tutor espiritual. Temos que ter cuidado com o movimento ascético presente nas religiões, exigindo repressão para alcançar a santificação; a boa conduta é gerada pela Palavra de Deus (pedagogia Cristã). Ainda que tentemos nos conectar com o divino com as nossas próprias forças, não alcançaremos tal possibilidade; tudo é pela misericórdia de Deus. Não conseguiremos ser livres, se esta graça não vier de cima; não conseguiremos amar se o amor não for derramado em nossos corações pelo Espírito Santo. O caráter cristão não é uma norma a ser conquistada, mas uma virtude derramada. Temos que ser audaciosos e investigadores, prestes a revelar o legalismo ressuscitado nas instituições que alegam ser cristãs, mas não tem nada com Cristo. Legalismo é a lei mosaica que está sendo levantada nas denominações religiosas; o composto de regras, rituais, dogmas doutrinários, meramente humanos, que procura a justificação do homem em relação a Deus. Como diz a musica: “Posso não, quero não, posso não...”. A obediência, decência, compostura, é um processo natural crescente na vida do cristão que opta amar a Cristo, simplesmente.

     À medida que nos inclinarmos para o aprendizado de Cristo Jesus, envolvendo muito raciocínio e perseverança, nos tornaremos livres da religiosidade e até de nós mesmos. Todo sistema religioso escraviza com dogmas e doutrinas e até as inclinações humanistas; e quando há uma relação entre religião e antropocentrismo, é gerado a libertinagem que é o engessamento do caráter gerado pelo Espírito. A pessoa que está engessada, também se encontra com a mente cauterizada, por isso procura se abastecer com o sensacionalismo. “E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes”. (São Paulo, aos romanos). 

    A religião se apresenta com uma solução, interferindo na liberdade cristã com regras e pretextos, exigindo obediência; e quanto mais tal obediência é exigida o problema continua sendo gerado com força total. Além de procurar tirar a liberdade do ser humano, violam sua capacidade de pensar e transforma a pessoa num corpo sem vida. Eis a frase: “Penso, logo existo”. Não conseguiremos serem pessoas de bem se estes princípios não forem gerados em nós pela Palavra da Verdade que é Cristo. Há em nós uma semente do mal, por isso que São Paulo disse: “Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço”. 

     Senhores e senhoras que lêem estes escritos, se a nossa liberdade estiver embasada em Cristo e não nos princípios teológicos medievais, que englobam a penitência, sacrifícios, indulgências, etc.  E não precisarmos de nem uma religião ou instituição para nos guiar a não ser Cristo, podemos com certeza afirmar que somos livres à medida que nos desligarmos de toda esta panacéia, ciente de que todo sistema se incomodará com a nossa liberdade, porque a liberdade cristã causa vertigem. 





Shalom, Rafael Lima

quinta-feira, 21 de abril de 2011

NO COMÉRCIO DA FÉ JESUS NÃO PASSA...










NO COMÉRCIO DA FÉ JESUS NÃO PASSA
DE UM PRODUTO VENDIDO À PRESTAÇÃO!
MOTE DOS NONATOS

Tema desenvolvido de improviso pelos repentistas, Raimundo Nonato (RN) e Nonato Costa (NC), em 01/05/1999
NC
Quem aceita lavagem cerebral
Basta ouvir um sermão que abaixa Crista
Assembléia de Deus ou a Batista
A Católica ou Igreja Universal
Na partilha dos bens é tudo igual
Mas prá si fazem remuneração
Porque padre ou pastor só abre a mão
Quando fala com o povo achando graça.
NO COMÉRCIO DA FÉ JESUS NÃO PASSA
DE UM PRODUTO VENDIDO À PRESTAÇÃO

RN
Os pastores e padres são isentos
 De despesas com carro, roupa e feira
E os fiéis são quem tiram da carteira
A despesa dos gastos e aumentos
Pra Deus tem até zero novecentos
Custa 4 reais a ligação
Eles chamam isso tudo louvação
Mas eu chamo isso tudo é de trapaça
NO COMÉRCIO DA FÉ JESUS NÃO PASSA
DE UM PRODUTO VENDIDO À PRESTAÇÃO

NC
Esses homens que pregam o falso amor
São capazes de até forjarem provas
Podem ter mil e uma seitas novas
Mas prá todos só tem um salvador
Se critica o Macedo que é pastor
Tem o Rubens Farias charlatão
Como Padre Marcelo e o Papa João
Tão lançando um CD em toda a praça
NO COMÉRCIO DA FÉ JESUS NÃO PASSA
DE UM PRODUTO VENDIDO À PRESTAÇÃO

RN
Sei que a Bíblia em CD está gravada
Sei que Cid Moreira as cifras soma
E a capela Cistina lá em Roma
Quem quer ver são 10 dólares a entrada
Hoje toda cidade é explorada
Por novena, por missa, procissão
Inda vendem rosário e oração
Crucifixo, água benta, blusa e taça
NO COMÉRCIO DA FÉ JESUS NÃO PASSA
DE UM PRODUTO VENDIDO À PRESTAÇÃO

NC
Esperando uma nave intuitiva
Transportá-la do mundo problemático
Nos Estados Unidos um fanático
Levou muitos a morte coletiva
Pouco tempo houve outra tentativa
Dessa feita, um maluco no Japão
Espalhou gás sarin pela estação
Matou muitas pessoas com fumaça
NO COMÉRCIO DA FÉ JESUS NÃO PASSA
DE UM PRODUTO VENDIDO À PRESTAÇÃO

RN
Filiais aparecem todo o dia
Sob a égide total de uma matriz
As igrejas viraram mercantis
Jesus Cristo virou mercadoria
Arrecadam milhões em Romaria
Ou qualquer uma outra pregação
Prá saber os milhões prá onde vão
Uma investigação não tem quem faça
NO COMÉRCIO DA FÉ JESUS NÃO PASSA
DE UM PRODUTO VENDIDO À PRESTAÇÃO

NC
O meu mestre de todos os senhores
Se vier pelo mundo, como está
Pelos Judas de hoje ele será
Leiloado nas bolsas de valores
Da Europa virão os compradores
Como fazem na privatização
Pagamento é em dólar ou em cartão
Promissória ou em cheque que se amassa
NO COMÉRCIO DA FÉ JESUS NÃO PASSA
DE UM PRODUTO VENDIDO À PRESTAÇÃO

RN
Todas seitas conservam os seus tabus
Todas têm interesse no projeto
Nem a Bíblia é o livro mais correto
Como todo discípulo assim traduz
Nem o vinho é o sangue de Jesus
Nem a hóstia equivale à refeição
Ninguém tem o direito à salvação
Com 10 gramas de água, sal e massa
NO COMÉRCIO DA FÉ JESUS NÃO PASSA
DE UM PRODUTO VENDIDO À PRESTAÇÃO

NC
Na cabeça de alguns ignorantes
Os Teólogos são santos poderosos
E os que dizem que são religiosos
Querem ser Jesus Cristo, Deus de antes
Na Irlanda católicos, protestantes
Se assassinam sem trégua e sem perdão
Eu não posso chamar religião
Esse crime seguido de desgraça
NO COMÉRCIO DA FÉ JESUS NÃO PASSA
DE UM PRODUTO VENDIDO À PRESTAÇÃO

RN
Sei que a seita dos Mórmons quantifica
Quem dá mais é quem consta do arquivo
O Presbítero tem cunho lucrativo
Renascer muito atrás também não fica
A Igreja Católica é a mais rica
Como as outras Igrejas também são
Não aceitam fazer a divisão
Essa hipótese a Igreja não abraça
NO COMÉRCIO DA FÉ JESUS NÃO PASSA
DE UM PRODUTO VENDIDO À PRESTAÇÃO.