sábado, 12 de março de 2011

O poder religioso







A partir do momento que o homem sente a necessidade de se comunicar com o divino, com os seus próprios conceitos, nasce à religião. O significado da palavra "religião" é religar. Jesus Cristo disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida"; caminho que lança no chão a religião, e isso é uma verdade absoluta que gera vida, e vida eterna. A religião subjuga, pois vêm atreladas a conceitos meramente humanos; aquelas regras básicas que aliena e mata os pensamentos e a personalidade, para que todos defendam um interesse, que não é interesse de todos, mas interesse de alguns. E quem ganha nessa história não é a massa, e sim, aristocráticas (pastores, bispos, apóstolos, etc.), com a síndrome do vampirismo, protegidos por amuletos que eles mesmos criam, e se possível torturam seus subjugados psicologicamente, fazendo ameaças em nome de um deus que não conhecem. O evangelho une, foi por isso que Jesus Cristo instituiu à igreja, e a igreja somos nós, uma oposição clara a religião. O evangelho joga por terra todo poder, e toda espécie de elitização religiosa que cria uma monarquia exclusivista. A religião é um sistema ditatorial que cega os incautos e ignorantes, que não compreendem a doçura da graça. A religião torna à lei forte, e enaltece a repressão. Cristo nos convida para sermos livres, Ele é à genuína liberdade para se viver em meio a tanta escravidão.
Na bíblia vemos o contexto histórico de toda religião quando Ninrode, homem poderoso, edifica uma enorme torre, com a finalidade de tocar os céus. O ser humano é formado por alma, corpo e espírito, e desenvolve uma grande necessidade de preencher um vazio espiritual, e muitos não procuram a solução em Cristo, e sim na religião, seja ela, evangélica, espírita, católica, etc. O conceito igreja, como uma empresa, com nome, CNPJ, marketing, grandes redes de rádio e de televisão, está totalmente fora dos conceitos bíblico, porque à igreja somos nós. Esta panacéia que acabei de descrever, se originou em concepções arminianas, e na verdade são grandes empresas da fé, que vai pagar imposto, e desde já profetizo isso; basta assumir no Brasil um governo anti-religioso que ponha ordem nesta bagunça, e que possamos viver o cristianismo de uma maneira simples e genuína. Por isso que muitos pastores se preocupam em eleger um político, e ai de nós se contestarmos; é maldição até a terceira geração; porque eles se colocam em posições elevadíssimas, como mediadores. Na França existia um rei chamado Luís XIV, ele se autodenominava de “rei sol” e de estado, afirmando que não deveria prestar contas a ninguém a não ser a Deus. É justamente a situação que estamos vivendo, interrogue um pastor, para você ver o que acontece; tenha um pensamento diferente. Eles vão tentar de tudo para lhe calar, e se possível lhe acusar de está fazendo uma rebelião. Muitos líderes se preocupam em perseguições do governo, mas a verdadeira perseguição é silenciosa; experimente falar de Jesus e seus ensinos; experimente falar sobre a graça; experimente bater de frente com este sistema religioso; todo tipo de situações complicadas e constrangedoras vão acontecer com você, porque estamos vivendo nos dias dos profetas; muitos se alegam serem estes profetas, principalmente muitos pregadores, mas este título é para poucos, para os que se põe em disposição do evangelho. Por isso proponho a vocês a verdadeira liberdade que está em Cristo; os demônios perigosos não são aqueles que se manifestam em muitas reuniões, mas os que se assentam em posições privilegiadas; estes são as fortalezas e potestades que estão protegidos pelo poder religioso. Por isso que Tiago escreveu: “A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo”. Sejam livres e anti-religiosos; se despertem! A religião causa nojo aos olhos de Deus; a religião pisa no sacrifício de Cristo.

Shalom, Rafael Lima

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