sábado, 16 de janeiro de 2016

O princípio da relacionalidade


“E entrou para ficar com eles. E aconteceu que, estando com eles à mesa tomando o pão o abençoou e partiu-o, e lho deu” (Lc 24.29).


O princípio da relacionalidade foi estabelecido em Cristo. A relacionalidade é o princípio da unidade ou comunhão. Em Jesus interagimos uns com os outros. Esta é a sacra religião: o próximo. Re-unir e repartir; se entregar e receber a entrega. A relacionalidade no Evangelho é dentro de si, ou seja, a relação consigo mesmo que cuja consequência se reflete na existência, e nos que existem, os que vivem: As plantas, as flores, as aves, o mundo , o próximo.  Jesus sendo vida em todos; Jesus em mim, Jesus em nós, a esperança de graça e glória. O princípio da ceia não é o pão e nem muito menos o vinho. Se não houver relacionalidade não há ceia, não há jantar, não há comunhão. O rito no evangelho que prevalece é o da relacionalidade, e esta é a Eclésia, o tabernáculo de Deus. Por isso dois ou três reunidos no nome d’Ele é primordial para estabelecer uma interação com o divino. 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Utopia social








As nuvens passam estridentes
Como pedaços de algodão resplandecentes.
As aves voam como flechas de asas abertas
Procurando galhos nas árvores verdes
Para louvar o dia que renasce em vida.

Repetição frívola para quem desconhece a cor do viver;
Eternidade louca dos sonhadores esperançosos.
Graça revigorante para amantes;
Amantes que gemem...
Entristecidos com dias infelizes,
Amantes que almejam...
Esperançosos por dias melhores.

Vida sintética cotidiana!
Onde vozes de lamento ecoam pelo alimento.
Ouvem-se gritos de dor,
Gritos do desamor crescente, abundante,
No constante enegrecimento do mundo.
Vidas congeladas!
Que escravizam as almas
Na cegueira de seus próprios mundos.

Há suspiros de tristezas escaldantes,
E nos olhos são lágrimas trasbordantes.
Pela dor que toca, maltrata;
A dor que desumaniza
Fazendo do ser objeto do não ser na vida.

Enquanto o céu, neste inferno,
Brilha num maravilhoso encanto,
E o mar na sua destreza
Vem lamber na praia a fina areia.
Areia do tempo,
Que deixa marcas.
Prevendo com denúncia o nosso mundo patético,
A teia das nossas almas.

E, o mar que rir dos nossos conceitos,
Ensina sobre vida com todo apelo,
Guardando no mais profundo seio,
Enigmas e segredos
Refletindo nos espelhos
Os nossos medos e receios.
O medo de amar,
O medo de ser livre.

Rafael Lima

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Circunstâncias do Caos














Círculo mágico
Que exibe o fracasso,
Na mesma medida
Que até cristaliza.

Pisou o doce verbo
Que transforma o labor.
E foi-se a vida e os dias
Que de tristezas e glórias
Foi lançada nesta aurora.

A flor solar que brota
Com aquela pura nota,
Que se faz tão fria
Tão vazia
Nas ondas desta vida

Andando em círculos
Contempla-se o oportunismo
Alçando degraus,
Etapas do mal.

Mesmice frívola!
Sobriamente fria.
Quem se conhece
Não se conhece.
Pois as etapas do tempo
Muda os rumos
E até as sacras convicções deste século.

Rafael Lima

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Escutai-O.









    







     “E desceu uma nuvem que os cobriu com a sua sombra, e saiu da nuvem uma voz que dizia: Este é o meu filho amado; a ele ouvi” (Marcos 9.7).  Ouvir a Jesus como Palavra da verdade; como Caminho e Vida; como centro das Escrituras. Ele é o Verbo de Deus, o pão vivo que desceu dos céus.

     Esse é o legado da lei, dos profetas, e de toda à escritura: “A Ele ouvi”. Foi esta frase que soou aos ouvidas da mulher samaritana quando Ele disse: “Se tu soubesses quem Sou”. Mas na verdade o queremos transformar é Jesus num ídolo. Ao longo de toda história o cristianismo transformou Jesus, o verbo de Deus num ídolo. Afinal, transformar alguém em ídolo é a proposta do sistema. Foi exatamente o que Pedro quis fazer quando ficou diante da revelação lá no monte. Pedro, Thiago e João queriam estatizar a glória que foi revelada; eles queriam construir um "templinho" religioso, mas diante da perplexidade gloriosa todos ficaram diante da mensagem: “A Ele ouvi”. Foi justamente o que Maria disse: “Fazei tudo o que Ele vos disser”.

     “Seja feita a tua vontade, assim na terra como nos céus”. A vontade de Deus é que venhamos abrir os nossos corações a Palavra do Verbo encarnado. É estarmos dispostos à direção do Vento que sopra onde quer; é seguirmos as pisadas de Jesus sem olhar para trás, sem olhar para nós mesmos. Por isso Paulo disse: “olhando para Jesus autor e consumador da vossa fé”; simplesmente Ele, o nosso Sumo Sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque.

     A proposta do sistema é para que venhamos a andar segundo a nossa vontade, os nossos interesses. Antes pensava que fazer a vontade de Deus era se enfiar na religiosidade, orar feito louco, pregar feito um neurótico e procurar todos os dias um culto para bater meus pontos. Mas a vontade de Deus é que amemos uns aos outros da forma mais natural possível. Este é o mandamento de Cristo.

     Contra este mandamento, no deserto da solidão, em meio à fome e a dureza do caminho, Jesus foi tentado pelo diabo e ouviu os apelos e as propostas desse mundo: “Tudo te darei se prostrado me adorares”. A proposta do mundo é a negligencia da Palavra de Jesus ao transformá-lo no nosso próprio ídolo. Foi à proposta do diabo a Cristo, sugerindo que Ele pulasse do templo e voasse diante das pessoas. Imagine tal atitude. Acredito que Jesus rapidamente seria um ídolo sem passar pela cruz. Como falei e como está escrito: esta é a proposta da religião, a proposta do mundo, transformar Jesus num ídolo. Por isso se preocupam tanto em taxar Jesus como mestre, como Senhor, como Deus ao invés de ouvi-lo como Palavra da Verdade. O cristianismo transformou até a bíblia como palavra de Deus revelada, para que a palavra de Cristo não seja esclarecimento e cura para a cegueira espiritual de muitos.

    João disse: “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele”. E, mundo é tudo aquilo que foi definido pelo diabo quando tentou Jesus: Poderes, controle, endeusamento ao fazer de si mesmo um ídolo; inclinações à própria vontade e não a de Jesus. É  seguimento do curso satânico que sempre procura ser igual a Deus, sentar na cadeira de Deus. E, quantos líderes estão fazendo isso hoje. Com discernimento espiritual entendemos que existe mundo em qualquer lugar, até dentro das “igrejas” que se consideram superiores ao mundo, mas que na verdade e subjetivamente andam aos mesmos patamares do sistema anticristo. Ouvi dizer tantas coisas, doutrinas e regras sobre o mundo, mas na verdade o sistema mundo estava tão enraizado dentro de mim. Precisei ser tocado pela graça do evangelho para ser curado de mim mesmo.



Rafael Lima,
Paz e bem.







sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

A boa terra.


     




     




     


     Ao lermos a parábola do semeador com bastante reflexão e inclinação espiritual, logo fica bem claro tal pergunta: “Que tipo de terra é você?”.  Jesus explica sobre a receptividade da palavra no coração humano, ao citar vários elementos que compõe quatro tipos de terra para uma futura semeadura. A parábola do semeador é um ensinamento profundo, real, abrangente, direcionado a todo coração que se abre a compreensão do evangelho.

     Jesus fala logo nas primeiras narrativas, de um tipo de semente que foi lançada e caiu à beira do caminho. Trata-se de sementes que ficaram ao relento. Sementes que foram negligenciadas, esquecidas, rejeitadas. O coração tão alienado e desfocado de si mesmo não deu tamanha importância a tal semeadura, e a cultivação da mensagem no coração não foi possível, sendo em seguida dissipada pelo vento e devorada pelas aves dos céus. Assim é todo aquele que por estar tão cheio de si vive na inflexibilidade dos próprios atos soprando para longe a mensagem do evangelho porque a sua vida é um vento.

     O texto mostra também que o semeador lançou a semente num terreno rochoso: “Outra caiu em solo rochoso, onde a terra era pouca, e logo nasceu, visto não ser profunda a terra”. O terreno rochoso é aquele que é fechado, brindado numa opinião, numa crença, como diz um trecho da música do Raul Seixas, “... opinião formada sobre tudo”. É aquele que anda pela dureza das concretizações próprias, pela lógica, pela dedução dos olhos, pela soberba da vida. E, quando encontra algo novo se esnoba, vibra, festeja, se emociona e a semente com tamanha rapidez brota, mas a raiz não se expande, não aprofunda, porque o coração está brindado pela ignorância, pela razão, pela vista; não há fé; e tudo que não é de fé resulta em morte. Logo, a semente desvanece na sequidão por não trazer nenhum efeito estrutural na vida de quem a recebe.

     Outro tipo de terreno citado por Jesus é o espinhoso, seco, pobre, cheio de ervas daninhas e abrolhos. Até que a semente foi lançada e também cresceu, mas a miserabilidade do terreno também cresceu junto. Tal terreno espinhoso sufocou a mensagem do evangelho e esta também morreu. O trecho nos dar a entender que há certo paralelismo, ou seja, uma dissimulação. Logo, não há sucesso no progresso e desenvolvimento da semente, como disse Jesus: “Não dar para colocar vinho novo em odres velhos”, porque tudo tem que começar do novo, e terreno sujo precisa ser limpo, arado e cuidado para que a semente possa brotar e florescer. Por isso João, o batista, afirmou: “Na sua mão tem a par para limpar toda eira”. E, Paulo disse: “Se alguém pregar outro Evangelho além do que nós pregamos que seja anátema”.  Não há espaço para mercadejar, defraudar, dissimular, etc. Em toda história e curso da humanidade é o que mais estamos vendo, a falsificação do evangelho. A mensagem não prospera em terrenos espinhosos, se antes não houver uma limpeza geral na terra; uma drenagem, uma adubação que venha nutrir o coração para que a semente venha germinar, crescer e frutificar.

     Concluindo a narração Jesus fala de umas sementes que caíram em terra boa e fértil, ou seja, o coração aberto e receptivo a mensagem do evangelho da graça. Nas bem aventuranças estar escrito: “Bem aventurado os pobres de espírito”.  Estes são os que se despojam de si em prol das boas novas; sãos os que têm fome e sede de justiça. A eles Jesus diz: “Serão fartos”. São estes que abriram os ouvidos quando a mensagem grunhiu, tiniu em seus corações: “Quem tem sede venha a mim e beba”. Foram estes que venderam tudo, largaram tudo em troca da pérola, do tesouro maior, guardado nos céus. Foram estes que largaram reputações, interesses, poderes, titularidades, importâncias, para ir após as pisadas de Cristo, levando o seu vitupério fora do arraial. Sim, estes produziram trinta, sessenta e cem por um.


Paz,
Rafael Lima.

sábado, 10 de novembro de 2012

Deus, segundo a religião.


    






      







      Digo e afirmo mais uma vez que a religião e toda religiosidade é sinônimo da descrença e psicopatia espiritual. Principalmente aquela religião que na visão de Deus não é sinônimo de pureza. Porque a religião que é pura e imaculada para Deus, o Pai, é aquela que supre a necessidade alheia.

     A imagem de Deus segundo os requisitos construtivos teológicos da religião é um absurdo. Pelas características do deus que a religião descreve há um encaixe perfeito na imagem do diabo. Porque o deus segundo a religião é vingativo, narcisista, escravista, legalista, cheio de regras; é o deus da doutrina que separa grupos, os mais coerentes com a letra teológica. O deus segundo a religião é repleto de éticas moralistas, e, ama implantar leis nos seus adeptos. É um deus prestes a matar aquele que transgride seus dogmas; um deus que por qualquer deslize da pessoa está prestes a lançar no hospital com uma doença incurável aquele que não se suborna. Tais características nada diferem das entidades do mal que exige devoção pelos mesmos objetivos.

     O deus segundo a religião é frio, calculista, cheio de ira; indomável, sensacionalista, um manteiga derretida; um verdadeiro brigão repleto de cólera; um terrorista muçulmano prestes a destruir o mundo se estes não participarem do grupo VIP religioso. Por isso que as músicas dos crentes, na maioria das vezes, são repletas de ódio, vingança, desprezo, pelejas, guerras, etc. Músicas como estas: “ Agora é a tua vez de humilhar”; “ Teus inimigos vão te ver quando ele te exaltar”; “ Vão te aplaudir”; “ Chegou a tua hora”; “ É o dia da vitória”; “ Quem te viu triste vai te ver sorrindo”. Estas são mensagens do deus que cultuam; um deus exigente prestes a consumir com fogo. É um deus que exige trabalho, trabalho, trabalho, em trocas de demandas, favores, valores materiais,  riquezas, etc. É um deus que para satisfazer o ego da pessoa, clama primeiro por devoção; fidelidade partidária e doutrinária. É um deus que exige sacrifícios loucos em troca de migalhas, quinquilharias. A religião reduziu Deus a tudo isso que foi citado neste texto; eis a razão da existência dos ateus que não acreditam no deus segundo a construção religiosa. Porque acreditar em Deus segundo a religião é a aceitação dessas imagens, destas construções humanas, deterministas e encartalhadas sobre Deus.

     Por isso que o evangelho que é Cristo em nós não se encaixa nesses moldes. Porque nos moldes da religião, deus é uma figura patética preso numa coleira sendo direcionado pela vontade dos líderes de tais empresas. Deus humanizado em Cristo é amor, puro amor e compaixão para com todos. Disse Jesus aos seus discípulos: “Quem ver a mim, ver o Pai”. Em Cristo, o mundo foi reconciliado, perdoado e amado, sem méritos para este amor.


Paz e bem,
Rafael Lima.



sábado, 25 de agosto de 2012

Gregos e Judeus.











          







         “Pois não me envergonho do evangelho, porque é poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego”.  Nos dias de Paulo a cultura grega e a judaica exerciam fortes influências na sociedade. Paulo escreve as igrejas neste contexto: De religiosidade e filosofia; racionalismo e sensacionalismo; crença e descrença. Este era o ambiente daquela época. Um ambiente dominado pela influência da religião e das ideias Greco-romanas.

     “A minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder”. Uma das igrejas (comunidade de pessoas) que mais foi influenciada pelo movimento helenístico foi à comunidade que se reunia em Corinto. Estavam abandonando tudo aquilo que foi pregado desde o principio. “Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos”. A mensagem de humilhação, despojamento, loucura, escândalo; a mensagem do evangelho que é: “poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê”, estava sendo esquecida e rejeitada pela beleza retórica das palavras humanísticas. O evangelho estava deixando de ser realidade na vida de muitos em Corinto.

      Paulo descreve que a mensagem da cruz é escândalo para os judeus, ou seja, porque vai de encontro à tradição, aos ritos, às normas, do mundo hebreu. Eles se escandalizavam por ouvir palavras que iam de encontro a tudo que eles constituíram como verdade, como princípio para a vida. O judaísmo se fundamentava na lei, nos dogmas. Por isso que quando a mensagem do evangelho era pregada, escandalizava. Jesus rompeu com toda à tradição. Imagine o impacto das palavras de Cristo no seio religioso de Jerusalém quando Ele explanou tais palavras: “Antes que Abraão existisse Eu Sou”. O que é velho e ultrapassado não deve ser reformado, “porque não dar para por remendos novos em panos velhos”.

     Paulo afirmou que o evangelho é loucura para os gregos. A cultura helenística se fundamentava no racionalismo, na ciência, no conhecimento, na ética, na retórica, na oratória, na beleza estética, nas belas palavras filosóficas, etc. Devido à influência do império romano e seu amplo domínio, a cultura grega difundiu-se por diversas regiões influenciando outras diversas culturas. A cidade de Corinto assimilou inúmeros compostos da influência grega. Na carta de Paulo aos igreja ( escrevo ‘aos igreja por se tratar de pessoas’), em Corinto vemos sua dura luta para provar que seu apostolado não foi intitulado por determinações hierárquicas religiosas e nem estava fundamentada na ótica filosófica grega. Vejamos um trecho das palavras de Paulo:
“Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis. Porque penso que em nada fui inferior aos mais excelentes apóstolos. E, se sou rude na palavra, não o sou, contudo na ciência; mas já em todas as coisas nos temos feito conhecer totalmente entre vós”.


      Portanto, evangelho não se encaixa nos moldes de Jerusalém e nem do mundo grego, porque não é nenhuma espécie de doutrina, de teologia, de conhecimento humano e filosofia, e nem tão pouco nenhuma visão a não ser a do Cristo crucificado, escândalo para judeus e loucura para os gregos. Nenhuma nova teoria ou mercadologia. Como disse Paulo: “O evangelho é poder”. Poder para transformação de todo aquele que crê, incluindo o Judeu (tradição) e o Grego (racionalismo teórico). A fé não se fundamenta nas concretizações desta vida, nas deduções humanas, etc., porque se a nossa esperança estiver nesta vida somos os mais miseráveis dentre os homens. Disse Jesus: “Bem aventurado são os que não viram e creram”. O judaísmo hoje é todo processo determinista, de redução, de condensação da glória de Deus que não se encaixa em templos e sistemas humanos, porque nem os céus dos céus são capazes de conter a grandeza de Deus. E, que não venhamos a confiar em nós mesmos, fundamentados na nossa ciência medíocre, nas nossas deduções da obviedade, da nossa vã glória, etc. Que o poder se aperfeiçoe no reconhecimento de nossa fraqueza, da nossa imbecilidade. Porque o evangelho que não se apresenta a nós com palavras persuasivas de sabedoria humana, e nem pelo proselitismo sistemático de toda tradição religiosa; este evangelho que se manifesta em nós com poder e esperança de glória em Cristo é a salvação de todo aquele que crê: tanto o judeu (religioso) e também o grego (racionalista humanista).


Paz, graça e verdade,
Rafael Lima.